“Mas eu tenho que admitir a minha solidão: eu sou só
e tenho que viver uma certa glória íntima e silenciosa: eu guardo o teu
nome em segredo. Eu sou antes, eu sou quase, eu sou nunca, e tudo isso
ganhei ao deixar de te amar. Eu deixo-te ser, deixa-me ser também.”
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